Seu voto não é uma moeda de troca, o direito ao voto é exercício da democracia

Zeli Terezinha Dariva, advogada

Por Redação em Vozes

13/10/2020 19:00

O direito ao voto é exercício da democracia. Votar em quem detém ideia de realização de um determinado trabalho e apresenta conduta compatível com valores que se acredita, não tem preço. Por isso deve imperar em período eleitoral o sentimento de que o voto não é e nem poderia ser moeda de troca.

Quando se elege uma pessoa para representá-lo, quer dizer que se confia em sua capacidade de agir, de fazer. Jamais deveria receber o voto a pessoa que apenas quer ocupar o cargo público por vaidade, ou quiçá ser agraciado, ou para obter benefício pessoal.

Pensar em eleição é acreditar que um líder pode trazer melhoramento para a coletividade.  Ou seja, valorizar a postura, a conduta e não somente as promessas.

Até porque, há promessas interessantes, mas que são inviáveis. O discurso pode parecer brilhante, mas haverá um oceano entre aquilo que é prometido e a possibilidade de realização.

Porém, quando seu voto passa a ser uma moeda de troca, não apenas o seu voto está fadado ao insucesso, mas toda a coletividade será vítima. Afinal, o eleito representará a todos, mas de fato não executará as ações que se almeja.

Voto é livre, é crença, é confiança, mas acima de tudo responsabilidade. E aí se lembra daquela velha máxima: “Político que compra voto é corrupto. Eleitor que vende, é cúmplice”.

Acompanhe aqui a cobertura completa das Eleições 2020.
Seu voto não é uma moeda de troca, o direito ao voto é exercício da democracia
  

Seu voto não é uma moeda de troca, o direito ao voto é exercício da democracia

Zeli Terezinha Dariva, advogada OAB/SC 9.869

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